Problemas com o seu Android? A culpa pode ser do cartão Micro SD!


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Algumas decisões da Apple com relação a detalhes do iPhone e ao iOS recebem por aí duras críticas, mas muitas dessas decisões tem um embasamento consistente e ganham aparência de bobagem apenas pela forma como costumam ser defendidas. Uma delas, e talvez a mais importante, seja a de não disponibilizar, no iPhone, um slot para cartões Micro SD. Isso porque um cartãozinho desses, quando tem problemas de funcionamento ou especificações inadequadas, pode comprometer o funcionamento do smartphone como um todo. Isso acontece com o Android, e não parece ser raro, pelas respostas que recebi quando lancei o tema no Twitter.

Claro, os Nexus, modelos que são pensados para serem os garotos propaganda da plataforma Android, também não possuem slot para cartões de memória… e depois de ver o que pode acontecer com um cartão problemático inserido nesse slot você entende as razões de não o colocarem num modelo que tem a missão de ser o benchmark da plataforma.

O que acontece quando um cartão Micro SD defeituoso ou com especificações inadequadas está presente no slot do seu Android é que ele acaba comprometendo o funcionamento do sistema inteiro, não apenas das funções ou apps que devem acessar diretamente dados lá armazenados. Os “sintomas” mais comuns são acentuadas quedas de desempenho e instabilidades que levam ao fechamento forçado de apps. Esses problemas tendem a ficar mais frequentes com o tempo.

Acabei de experimentar uma dessas crises aqui com um cartão da Sandisk de 16Gb que não sei nem a que “classe” pertence. O que sei é que já estava cansado de “factory resets” e de trocas de ROMs para tentar solucionar o problema, que fazia com que o Android inteiro entrasse em colapso pouco depois de realizados esses procedimentos. As “limpezas” e reinstalações apenas geravam uma calmaria momentânia, para que logo em seguida os mesmos problemas voltassem. Depois de removido o cartão, tudo está funcionando lindamente.

Diante dessa informação, para quem precisa escolher um Android barato, desses que nunca contam com muito espaço de armazenamento interno, é bom colocar no orçamento a aquisição de um cartão de qualidade, de preferência um “Class 6” ou superior. Entre um ótimo cartão de 8Gb e um mais simples de 16Gb, fique sempre com o de 8Gb. Para quem vai meter a mão no bolso e partir para um Android mais caro, se o modelo em questão tiver duas variações, uma com mais e outra com menos memória interna, considere comprar o modelo com mais espaço para não precisar utilizar o cartão SD.

Como falei no Twitter, às vezes o melhor “tweak de desempenho” para um smartphone Android consiste em tirar dele o cartão Micro SD.

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Viciados em tecnologia?


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Cena 1: Uma amiga, executiva de sucesso, me contou que estava planejando um cruzeiro de navio com a família. Ela, o marido, dois filhos, roteiro dos sonhos, descanso mais que merecido, pesquisa sobre os lugares que visitariam etc. Quando descobriu que o tal navio não tinha wi-fi, fim dos planos, fim de festa. Não tem mais viagem, pelo menos aquela tal viagem. Não sem internet.

Cena 2: Ilhas no Caribe oferecendo pacotes de “detech”. Já ouviu falar em detox, aquilo que celebridades (bem, executivos também…) fazem para se desintoxicar ou tentar deixar um vício, normalmente de bebida ou drogas? Pois bem, agora existe o “detech”, que é a tentativa de deixar o vício da tecnologia de lado. Gadgets eletrônicos não entram na ilha, são confiscados. E existem até profissionais especializados em dar o suporte psicológico para aqueles que entram em desespero por não terem acesso a e-mails, internet etc.

Cena 3: Restaurante lotado, almoço de sábado. Pelo menos 6 casais, em mesas diferentes, sentados um em frente ao outro, não conversam, não se olham. Olham para a tela do seu smartphone, e teclam, sorrindo (não para o companheiro, mas para a tela!).

Cena 4: Almoço na minha casa, dia de semana. Chego com a cabeça a mil, ainda pensando no tal projeto em que me debrucei a manhã toda. Sentado com a minha família, celular no bolso, começo a comer. De repente, sem nem perceber, pego o celular e começo a digitar um SMS para uma colega de trabalho, e logo depois já quero dar uma olhada nos e-mails. Minha mulher reclama, fala que estou viciado no meu I-Phone, o que nego (de novo), e tento desviar o assunto para algo mais ameno, como a escola do meu filho…

Quem não se identifica com uma das passagens acima? Eu já assumi a minha parte…

Quantas vezes você abre sua caixa de e-mails por dia? Quantas vezes você pega seu celular -para checar mensagens ou e-mails por hora? Você tem LinkedIn? Twitter? E Facebook? Você gosta de jogar on-line? Lê feeds de blogs (como este), assina RSSs de sites de seu interesse?

Bem, acho que o primeiro passo é reconhecer essa nossa compulsão. Gostamos de tecnologia, queremos usufruir dos benefícios do uso real time da tecnologia para acesso a informações, gostamos de redes sociais. Mas a pergunta é: conseguimos impor limites sadios para isso tudo? Aliás, podemos viver sem conectividade?

Meu filho, hoje com 10 anos, há alguns anos me deu a perspectiva certa da velocidade com que as coisas mudam. Ele estava jogando no celular da mãe, enquanto eu dirigia para passarmos o sábado na chácara de uns amigos. De repente, o celular toca e ele tem que parar de jogar. Enquanto a mãe atende, ele me pergunta “Pai, na sua época (a pergunta já começa torta quando mencionam algo da sua época, o que significa que a atual não é…), você não ficava brabo quando o celular do seu pai tocava e você tinha que parar de jogar para ele atender?” E eu, o dinossauro velho aqui, respondo: “Filho, quando o papai era criança não existia celular…”.

Verdade 1: meu filho ficou boquiaberto. Verdade 2: me senti um Matusalém. Verdade 3: a gente se acostuma muito rapidamente com tudo. Hoje é praticamente inadmissível estar num lugar sem wi-fi. 3G lento ou áreas de sombra são motivos mais que suficientes para xingarmos as operadoras de telefonia móvel. Queremos ubiquidade, queremos instantaneidade, queremos velocidade. Tudo, agora. E rápido.

O problema é que não desligamos.

Trabalhamos o tempo todo conectados no escritório, muitas vezes não almoçamos direito, tocamos em frente sem pausas, sem descanso. Ritmo frenético, alternado entre reuniões, e-mails, ligações, leitura de sites. Quando saímos do trabalho (normalmente tarde), muitas, muitas vezes fazemos o quê? Checamos e-mails no celular! Não raro, temos mais de um celular, o pessoal e o da empresa. Fora o notebook, e agora o tablet. De noite, escapamos para dar uma olhada nos e-mails. Finais de semana, idem. Quando não temos novas mensagens, vamos nos atualizar no Twitter, ver as últimas noticias, dar uma olhada nas nossas redes sociais. Levamos o celular para cama, para dar uma olhadinha antes de dormir. Como ele também é despertador, é ele quem recebe o primeiro bom dia. Tem gente que leva até para o banheiro…

Ou seja, estamos conectados o tempo todo.

Quem já ouviu o termo “coleira eletrônica”? Fiquei chocado quando li este termo a primeira vez. Estamos presos, o tempo todo. Somos alcançáveis a qualquer hora, em qualquer lugar. E ninguém nos coloca uma arma na cabeça para isso. Não assinamos nenhum contrato para tal. Fazemos porque queremos. Ao fazermos, nos viciamos, nos condicionamos a tal.

E os riscos disso tudo? O primeiro é o stress crônico. Por não desligarmos, não mudamos a frequência cerebral e não descansamos, de fato. Ficamos plugados dia e noite, o que pode causar baixa na produtividade, desgaste e até depressão. O segundo risco é o de deixarmos de lado a vida pessoal. Abrirmos mão de hobbies, de um bom livro, de outros assuntos ou ocupações que são muito importantes para o nosso equilíbrio. E o terceiro e mais importante: vivemos demais a vida digital e de menos a vida real, a da interação pessoal, a dos sentimentos e emoções, a dos momentos relevantes e transformadores do que somos e do que queremos ser. Não como profissionais, mas como seres humanos.

Para quem se enxerga nisso tudo, como em qualquer caminho para o bom combate de um vício, o primeiro passo é o reconhecimento. Depois, vem o auto-conhecimento. Por fim, o mais difícil: a disciplina.

To know others is wisdom;

To know yourself is enlightenment;

To master others requires force;

To master yourself requires true strength.

(Lao-tzu, Tao-te Ching)

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Autor: André Caldeira

Fonte: Link

Quer economizar bateria no seu Smartphone? Compre aplicativos!


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A grande maioria das pessoas que usam Smartphone, principalmente no Brasil, ainda não tem o hábito de fazer compras de aplicativos nas lojas oficiais, sendo que a grande maioria das pessoas investem nos aplicativos de graça para baixar e rodar no seu smartphone. Muitas pessoas pensam que não existe muita diferença entre os aplicativos pagos e os aplicativos de graça, apenas a exibição de propaganda, que não chega atrapalhar a experiência do usuário final. Mas parece que os aplicativos gratuitos possuem sim um impacto negativo maior na bateria do sue smartphone.

E o grande vilão das baterias do smartphone quando está se rodando alguma aplicativo gratuito são justamente as inofensivas propagandas, que o muitos usuários nem percebem quando estão usando o aplicativo. Isso porque aqueles anúncios que aparecem no seu telefone durante a exibição do aplicativo consomem grande parte da energia total que o aplicativo precisa retirar da bateria para ser acionado. Mas não é só isso, o maior problema é que os dispositivos de propaganda acessam as informações de localização do seu smartphone para exibir algumas propagandas mais personalizadas para o seu usuário. Assim, além de gastar a energia que o aplicativo já consumiria naturalmente, o smartphone ainda precisa deslocar uma certa dose de energia para o seu GPS.

Os dados foram divulgados por uma importante publicação especializada nos Estados Unidos. De acordo com o estudo, é possivel economizar até 75% de bateria se o dono do aparelho usar somente apps pagos. A pesquisa testou apenas celulares com sistema Android. O motivo para tanta diferença é o fato dos aplicativos gratuitos mostrarem anúncios para os usuários do Android, fazendo com que o celular consuma não só mais bateria, mas também mais dados do pacote de internet.

Abhinav Pathak, um dos responsáveis pela pesquisa, concluiu que um único aplicativo pode diminuir o tempo de duração da bateria em até 90 minutos. Ele analisou apps populares, como Angry Birds, Free Chess e New York Times, percebendo que, da energia consumida pelos apps gratuitos, apenas 30% era destinada às suas funções principais. O resto é usado justamente para a manutenção de propagandas e serviços secundários.

fonte: link

Dica – Como ganhar mais memória no Android.


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Se você estiver com a memoria interna do smartphone Android cheia, mova os aplicativos para o cartão de memoria. Para isso vá em

Configurações > Aplicações > Gerenciar Aplicações. Agora escolha o App (Aplicativo / Programa), Clique nele e voce será direcionado para outra janela. Clique agora no botão: Mover para cartão SD.

Terão aplicativos onde isso não será possível, e o botão estará desabilitado. Outra forma é baixar na loja do Google (Market / Play Store) o programa gratuito APP2SD que faz a mesma coisa.

Um é pouco, dois é bom e três é melhor


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Fabricantes como Samsung, LG, Alcatel, Nokia e Motorola investem em celulares com mais de um chip, de olho em um mercado que já movimenta R$ 2,7 bilhões por ano.

Por Rafael FREIRE

Uma revolução silenciosa, mas poderosa, está em curso no mercado de telefonia celular. O corretor de ações Geraldo da Silva Maia, 47 anos, de São Paulo, é um exemplo dessa transformação. Desde 2009,ele divide suas ligações telefônicas entre duas operadoras: a TIM e a Oi.

Para diminuir seus gastos com celular e aproveitar melhor as promoções oferecidas pelas empresas, Maia era obrigado a usar doisaparelhos. “Eu gastava R$ 150 e passei a pagar apenas R$ 37 sem ter de reduzir o número de ligações”, diz. Sua situa­ção, contudo, melhorou ainda mais em outubro de 2011, quando comprou um aparelhocom dois chips, acabando de vez com o estorvo de ter de carregar dois celulares.

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de um chip já representam 10% das vendas.

Multiplique esse comportamento num mercado com mais de 200 milhões de assinantes e pronto – os celulares viram armas de longo alcance na guerra de consumo da telefonia brasileira.

Segundo levantamento feito pela consultoria alemã GfK, a venda dos celulares conhecidos como multichip cresceu 780% e movimentou R$ 2,7 bilhões, ano passado. Hoje, eles já representam 17% do mercado detelefonia móvel no País.

São números expressivos para uma categoria que só foi oficialmente criada em 2008.

Antes disso só existiam aparelhos piratas, sem homologação da Anatel, conhecidos jocosamentecomo xing-ling. “O crescimento da oferta e das vendas de celulares multichip foi um dos maiores destaques do mercado em 2011”, diz Cláudia Bindo, gerente de negócios da GfK.

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“As fabricantes de aparelhos passaram, efetivamente, a investir nesse segmento.” Uma amostra de quanto as marcas vêm apostando nesse nicho é a quantidade de aparelhos lançados no mercado.Somente em 2011 surgiram 80 novos modelos e a lista não para de crescer. Mais recentemente, a nova onda é o aparelho capaz de operar com até três linhas. A Alcatel One

Touch, controlada pelo grupochinês TCL, é uma das que acreditaram nesse filão. Hoje, mais da metade de seu portfólio é formada por telefones multichip e sua maior aposta é o de três chips. “É um sucesso de vendas e já representa 10% de nosso faturamento no País”, afirma Marcus Daniel, CEO da subsidiária da Alcatel. A companhia reinou absoluta até a LG entrar nessa disputa, em fevereiro.

“Pegamos o smartphone mais vendido de nossa linha e introduzimos mais um chip”, afirma Rodrigo Ayres, gerente-geral de estratégias de celular da LG. Diversos fatores contribuíram para que os celularesmultichip se consolidassem no País. “A lei de portabilidade de 2009 abriu um leque de oportunidades”, diz Arthur Barrionuevo, professor de telecomunicações da Fundação Getulio Vargas.

A primeirafabricante a e aventurar neste mercado foi a coreana Samsung. “Percebemos que havia uma demanda reprimida de consumidores que buscavam celulares de dois chips, mas não estavam dispostos a comprarum aparelho de marcas desconhecidas”, diz Roberto Soboll, diretor de produto da Samsung. A empresa conta com oito modelos com essa tecnologia, vendidos por até R$ 600, e está lançando mais doisaparelhos neste mês.

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Hoje, vende oito aparelhos no Brasil. Em breve, lançará mais dois.

Outras marcas que também não ficaram de fora desse segmento são as concorrentes Motorola e a Nokia. Se para as grandes a demanda pelos celulares de mais de um chip se mostrou atraente, para asempresas de menor porte transformou-se num trampolim para crescer no País.

A italiana Onda Móbile Communication é uma delas. Até 2009, seu negócio no País se limitava à produção de minimodens eroteadores 3G. “Manteremos o foco nos aparelhos de mais de um chip porque acreditamos que esse mercado ainda crescerá muito”, diz Vincenzo Di Giorgio, CEO da Onda Mobile para a América Latina,que se associou à compatriota TIM na produção de celulares. Essa parceria, aliás, foi a primeira grande iniciativa da TIM nesse nicho. “Vemos esse tipo de celular como uma oportunidade de crescer,captando clientes de outras operadoras”, afirma Roger Solé, diretor de marketing da operadora.

Segundo ele, a comercialização desses modelos já representa mais de 10% do total de vendas da empresa de telefonia. O executivo revela que as estratégias adotadas por conta desses consumidores foramessenciais para a implantação de políticas de preço mais agressivas, que ajudaram a retomar a vice-liderança do mercado de telefonia celular, liderado pela Vivo. Essa tendência também vem revolucionandoa maneira como as operadoras se relacionam com os consumidores.

“A venda de celulares multichip coroou o cliente como o senhor supremo na hora da escolha”, afirma Ricardo César de Oliveira, diretorde operações e vendas consumo da Claro, controlada pelo grupo mexicano América Móvil. A Vivo é a única operadora que, de acordo com a GfK, ainda não incluiu os aparelhos multichip ao portfóliocomercializado em sua rede própria.

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Fonte: Link