O que é Rootar um Smartphone?


Postado por Cara3G | Postado em Segurança | Comentários (0)

porta-chaves-cadeado-04O termo vem do dar acesso total ao sistema operacional do Smartphone. Esse acesso total é chamado de ROOT.

Quando compramos um smartphone, o sistema operacional do aparelho nos dá permissões básicas de instalação de programas e configurações. Não podemos, por exemplo, excluir um programa que veio nele, ou visualizar algumas pastas de arquivos que fazem parte das configurações do sistema. Tudo isso para garantir a segurança do aparelho evitando que você apague o que não deve.

Desvantagens:

- Quando temos total permissão sobre o sistema operacional (Smartphone Rootado) nossa garantia perante a loja e o fabricante é anulada.

- Não é possível a atualização do sistema operacional

- Possibilidade de excluir o que não deve.

Vantagens:

- Com o seu aparelho Rootado é possível instalar alguns aplicativos (app’s) que só funcionam com ROOT,

- Ter acesso a diversas áreas do sistema

- Fazer inúmeras modificações, entre outras coisas.

Captura de Tela nos Smarphones Galaxy 5 e Experia X8.


Postado por Cara3G | Postado em Aplicativos | Comentários (0)

Screenshot_ItMuitos aplicativos não são compatíveis com smartphones de baixo custo como o Galaxy 5 ou o Experia x8. Irei iniciar uma série de posts dedicados a estes smartphones com aplicativos testados neles.

Para quem procura um bom aplicativo que faça a captura de tela do seu smartphone com Android 2.2, o melhor é o “Screenshot It”. Infelizmente é necessário que o seu smartphone esteja “ROOTADO” para que este aplicativo funcione.

Link para Download do app citado acima:

Download Screenshot It AQUI

Salve o arquivo no seu computador e depois copie-o para o cartão de memória do seu smartphone. Depois de copiado você deve instala-lo através de um gerenciador de arquivos.

Acompanhe os próximos posts do blog e aprenda mais sobre o Android.

Cartão SD


Postado por Cara3G | Postado em Acessórios | Comentários (0)

Pequeno e Poderoso

cartão SD mede apenas 24mm x 32mm x 2.1mm, aproximadamente o tamanho de um selo. Seu design fino e compacto garante um fácil manuseio, o que é importante para um cartão que poderá ser utilizado em diferentes produtos pelo mesmo usuário. Utilizando um software decoder, equipamentos que utilizam o cartão SD podem reproduzir música, vídeo e muito mais sem precisar de um drive como nos DVD players. Isso permite aos equipamentos serem mais compactos e dá aos designers de produto uma liberdade maior para sua criatividade. E a confiança no cartão SD é total, já que há eliminação de skkiping (pulos) na reprodução de arquivos de música ou vídeo. A tecnologia SD é usada em mais de 12 categorias de aparelhos, totalizando mais de 400 tipos de produtos e espantosos 8.000 modelos.

cartão SD 2GB

O padrão SD foi originalmente desenvolvido pela Matsushita (Panasonic)SanDisk e Toshiba em 2001 e representa uma evolução da tecnologia MultiMediaCard (MMC). A sigla SD significa Secure Digital, pois ele contém capacidade de criptografia e gestão de direitos autorais. 

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Problemas com o seu Android? A culpa pode ser do cartão Micro SD!


Postado por Cara3G | Postado em Acessórios Dicas | Comentários (0)

3-sd-cards

Algumas decisões da Apple com relação a detalhes do iPhone e ao iOS recebem por aí duras críticas, mas muitas dessas decisões tem um embasamento consistente e ganham aparência de bobagem apenas pela forma como costumam ser defendidas. Uma delas, e talvez a mais importante, seja a de não disponibilizar, no iPhone, um slot para cartões Micro SD. Isso porque um cartãozinho desses, quando tem problemas de funcionamento ou especificações inadequadas, pode comprometer o funcionamento do smartphone como um todo. Isso acontece com o Android, e não parece ser raro, pelas respostas que recebi quando lancei o tema no Twitter.

Claro, os Nexus, modelos que são pensados para serem os garotos propaganda da plataforma Android, também não possuem slot para cartões de memória… e depois de ver o que pode acontecer com um cartão problemático inserido nesse slot você entende as razões de não o colocarem num modelo que tem a missão de ser o benchmark da plataforma.

O que acontece quando um cartão Micro SD defeituoso ou com especificações inadequadas está presente no slot do seu Android é que ele acaba comprometendo o funcionamento do sistema inteiro, não apenas das funções ou apps que devem acessar diretamente dados lá armazenados. Os “sintomas” mais comuns são acentuadas quedas de desempenho e instabilidades que levam ao fechamento forçado de apps. Esses problemas tendem a ficar mais frequentes com o tempo.

Acabei de experimentar uma dessas crises aqui com um cartão da Sandisk de 16Gb que não sei nem a que “classe” pertence. O que sei é que já estava cansado de “factory resets” e de trocas de ROMs para tentar solucionar o problema, que fazia com que o Android inteiro entrasse em colapso pouco depois de realizados esses procedimentos. As “limpezas” e reinstalações apenas geravam uma calmaria momentânia, para que logo em seguida os mesmos problemas voltassem. Depois de removido o cartão, tudo está funcionando lindamente.

Diante dessa informação, para quem precisa escolher um Android barato, desses que nunca contam com muito espaço de armazenamento interno, é bom colocar no orçamento a aquisição de um cartão de qualidade, de preferência um “Class 6” ou superior. Entre um ótimo cartão de 8Gb e um mais simples de 16Gb, fique sempre com o de 8Gb. Para quem vai meter a mão no bolso e partir para um Android mais caro, se o modelo em questão tiver duas variações, uma com mais e outra com menos memória interna, considere comprar o modelo com mais espaço para não precisar utilizar o cartão SD.

Como falei no Twitter, às vezes o melhor “tweak de desempenho” para um smartphone Android consiste em tirar dele o cartão Micro SD.

fonte: Link

Viciados em tecnologia?


Postado por Cara3G | Postado em Comportamento | Comentários (0)

Cena 1: Uma amiga, executiva de sucesso, me contou que estava planejando um cruzeiro de navio com a família. Ela, o marido, dois filhos, roteiro dos sonhos, descanso mais que merecido, pesquisa sobre os lugares que visitariam etc. Quando descobriu que o tal navio não tinha wi-fi, fim dos planos, fim de festa. Não tem mais viagem, pelo menos aquela tal viagem. Não sem internet.

Cena 2: Ilhas no Caribe oferecendo pacotes de “detech”. Já ouviu falar em detox, aquilo que celebridades (bem, executivos também…) fazem para se desintoxicar ou tentar deixar um vício, normalmente de bebida ou drogas? Pois bem, agora existe o “detech”, que é a tentativa de deixar o vício da tecnologia de lado. Gadgets eletrônicos não entram na ilha, são confiscados. E existem até profissionais especializados em dar o suporte psicológico para aqueles que entram em desespero por não terem acesso a e-mails, internet etc.

Cena 3: Restaurante lotado, almoço de sábado. Pelo menos 6 casais, em mesas diferentes, sentados um em frente ao outro, não conversam, não se olham. Olham para a tela do seu smartphone, e teclam, sorrindo (não para o companheiro, mas para a tela!).

Cena 4: Almoço na minha casa, dia de semana. Chego com a cabeça a mil, ainda pensando no tal projeto em que me debrucei a manhã toda. Sentado com a minha família, celular no bolso, começo a comer. De repente, sem nem perceber, pego o celular e começo a digitar um SMS para uma colega de trabalho, e logo depois já quero dar uma olhada nos e-mails. Minha mulher reclama, fala que estou viciado no meu I-Phone, o que nego (de novo), e tento desviar o assunto para algo mais ameno, como a escola do meu filho…

Quem não se identifica com uma das passagens acima? Eu já assumi a minha parte…

Quantas vezes você abre sua caixa de e-mails por dia? Quantas vezes você pega seu celular -para checar mensagens ou e-mails por hora? Você tem LinkedIn? Twitter? E Facebook? Você gosta de jogar on-line? Lê feeds de blogs (como este), assina RSSs de sites de seu interesse?

Bem, acho que o primeiro passo é reconhecer essa nossa compulsão. Gostamos de tecnologia, queremos usufruir dos benefícios do uso real time da tecnologia para acesso a informações, gostamos de redes sociais. Mas a pergunta é: conseguimos impor limites sadios para isso tudo? Aliás, podemos viver sem conectividade?

Meu filho, hoje com 10 anos, há alguns anos me deu a perspectiva certa da velocidade com que as coisas mudam. Ele estava jogando no celular da mãe, enquanto eu dirigia para passarmos o sábado na chácara de uns amigos. De repente, o celular toca e ele tem que parar de jogar. Enquanto a mãe atende, ele me pergunta “Pai, na sua época (a pergunta já começa torta quando mencionam algo da sua época, o que significa que a atual não é…), você não ficava brabo quando o celular do seu pai tocava e você tinha que parar de jogar para ele atender?” E eu, o dinossauro velho aqui, respondo: “Filho, quando o papai era criança não existia celular…”.

Verdade 1: meu filho ficou boquiaberto. Verdade 2: me senti um Matusalém. Verdade 3: a gente se acostuma muito rapidamente com tudo. Hoje é praticamente inadmissível estar num lugar sem wi-fi. 3G lento ou áreas de sombra são motivos mais que suficientes para xingarmos as operadoras de telefonia móvel. Queremos ubiquidade, queremos instantaneidade, queremos velocidade. Tudo, agora. E rápido.

O problema é que não desligamos.

Trabalhamos o tempo todo conectados no escritório, muitas vezes não almoçamos direito, tocamos em frente sem pausas, sem descanso. Ritmo frenético, alternado entre reuniões, e-mails, ligações, leitura de sites. Quando saímos do trabalho (normalmente tarde), muitas, muitas vezes fazemos o quê? Checamos e-mails no celular! Não raro, temos mais de um celular, o pessoal e o da empresa. Fora o notebook, e agora o tablet. De noite, escapamos para dar uma olhada nos e-mails. Finais de semana, idem. Quando não temos novas mensagens, vamos nos atualizar no Twitter, ver as últimas noticias, dar uma olhada nas nossas redes sociais. Levamos o celular para cama, para dar uma olhadinha antes de dormir. Como ele também é despertador, é ele quem recebe o primeiro bom dia. Tem gente que leva até para o banheiro…

Ou seja, estamos conectados o tempo todo.

Quem já ouviu o termo “coleira eletrônica”? Fiquei chocado quando li este termo a primeira vez. Estamos presos, o tempo todo. Somos alcançáveis a qualquer hora, em qualquer lugar. E ninguém nos coloca uma arma na cabeça para isso. Não assinamos nenhum contrato para tal. Fazemos porque queremos. Ao fazermos, nos viciamos, nos condicionamos a tal.

E os riscos disso tudo? O primeiro é o stress crônico. Por não desligarmos, não mudamos a frequência cerebral e não descansamos, de fato. Ficamos plugados dia e noite, o que pode causar baixa na produtividade, desgaste e até depressão. O segundo risco é o de deixarmos de lado a vida pessoal. Abrirmos mão de hobbies, de um bom livro, de outros assuntos ou ocupações que são muito importantes para o nosso equilíbrio. E o terceiro e mais importante: vivemos demais a vida digital e de menos a vida real, a da interação pessoal, a dos sentimentos e emoções, a dos momentos relevantes e transformadores do que somos e do que queremos ser. Não como profissionais, mas como seres humanos.

Para quem se enxerga nisso tudo, como em qualquer caminho para o bom combate de um vício, o primeiro passo é o reconhecimento. Depois, vem o auto-conhecimento. Por fim, o mais difícil: a disciplina.

To know others is wisdom;

To know yourself is enlightenment;

To master others requires force;

To master yourself requires true strength.

(Lao-tzu, Tao-te Ching)

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Autor: André Caldeira

Fonte: Link

Quer economizar bateria no seu Smartphone? Compre aplicativos!


Postado por Cara3G | Postado em Aplicativos Dicas | Comentários (0)

A grande maioria das pessoas que usam Smartphone, principalmente no Brasil, ainda não tem o hábito de fazer compras de aplicativos nas lojas oficiais, sendo que a grande maioria das pessoas investem nos aplicativos de graça para baixar e rodar no seu smartphone. Muitas pessoas pensam que não existe muita diferença entre os aplicativos pagos e os aplicativos de graça, apenas a exibição de propaganda, que não chega atrapalhar a experiência do usuário final. Mas parece que os aplicativos gratuitos possuem sim um impacto negativo maior na bateria do sue smartphone.

E o grande vilão das baterias do smartphone quando está se rodando alguma aplicativo gratuito são justamente as inofensivas propagandas, que o muitos usuários nem percebem quando estão usando o aplicativo. Isso porque aqueles anúncios que aparecem no seu telefone durante a exibição do aplicativo consomem grande parte da energia total que o aplicativo precisa retirar da bateria para ser acionado. Mas não é só isso, o maior problema é que os dispositivos de propaganda acessam as informações de localização do seu smartphone para exibir algumas propagandas mais personalizadas para o seu usuário. Assim, além de gastar a energia que o aplicativo já consumiria naturalmente, o smartphone ainda precisa deslocar uma certa dose de energia para o seu GPS.

Os dados foram divulgados por uma importante publicação especializada nos Estados Unidos. De acordo com o estudo, é possivel economizar até 75% de bateria se o dono do aparelho usar somente apps pagos. A pesquisa testou apenas celulares com sistema Android. O motivo para tanta diferença é o fato dos aplicativos gratuitos mostrarem anúncios para os usuários do Android, fazendo com que o celular consuma não só mais bateria, mas também mais dados do pacote de internet.

Abhinav Pathak, um dos responsáveis pela pesquisa, concluiu que um único aplicativo pode diminuir o tempo de duração da bateria em até 90 minutos. Ele analisou apps populares, como Angry Birds, Free Chess e New York Times, percebendo que, da energia consumida pelos apps gratuitos, apenas 30% era destinada às suas funções principais. O resto é usado justamente para a manutenção de propagandas e serviços secundários.

fonte: link